Publicado por: Tak | fevereiro 4, 2010

I´m a runaway son of the nuclear a-bomb

Eu tenho muita raiva, o punho e a mão direita arrebentada e as pessoas têm medo de mim.

Publicado por: Tak | janeiro 25, 2010

If it wasn´t for bad luck…

Chove, e muito, ininterruptamente, nesta cidade. Não me lembrava de períodos tão chuvosos por aqui. Alguns dias faz muito calor, mas sempre ela, a chuva, aparece. Não aguento mais não.

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Por aqui ando não fazendo minha dissertação, cujo prazo vence neste mês e cuja prorrogação tenho que fazer esta semana, para março, o prazo final do MEC. Não sei, perdi totalmente a inspiração. e às vezes penso se valeu a pena ter investido tanto tempo e dinheiro neste mestrado que a princípio não me trará retorno nenhum. A menos que eu comece a lecionar, o que eu realmente não estou nem um pouco a fim.

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E eu fui finalmente assistir Avatar. Filminho bobinho. Mesmo em 3D. Acho que já passei da idade de curtir estes filmes. E sem contar no público. Cada dia que passa acho que estou me tornando mais anti-social. Não estou suportando gente (isso também contribui pra que eu desista de lecionar). As pessoas me irritam, e me irritam só por existirem. Obviamente isto é menos problemas com elas e mais problemas de minha cabeça dura, mas acho que não é errado me irritar com  pessoas que tentam furar a fila gigantesca, que falam alto durante o filme, passam na sua frente e ficam em pé procurando lugar. Bom, é uma generalização, mas eu estou é cansado mesmo de conviver com gente em geral. Aliás, na fila, as pessoas passavam e perguntavam pra que filme era a fila. Vontade de dizer “É pros Mistérios de Feiurinha.. Em 3D!”. Mas eu me livre deste incômodo fazendo mais uma experiência social. Na aproximação de qualquer pessoa se dirigindo em minha direção, só fiz a minha pior cara de bravo. E ninguém mais me perguntou nada. Bom, já comprovei o sucesso desta técnica no meu trabalho. Funciona muito bem.

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Ah, estou aprendendo um pouco sobre vinhos, influência de alguns amigos de onde estudo francês. Temos até plano de uma pequena confraria de degustação. Ontem, eu cozinhava por aqui, para relembrar os velhos tempos que eu morei sozinho no Rio e quando me dava vontade de fazer meu próprio rango. Até a comida foi a mesma que eu sempre fiz, Capeleti com molho de manjericão, minha especialidade. E, como agora estou metido, resolvi comprar um vinho, pra melhor “harmonizar”. Nossa, eu demorei meia hora pra escolher um tinto, porque queria um com uma uva muito específica. E fiquei com medo de estar me transformando num eno-chato-xiita. Mas depois pensei, eu já sou chato, não ia mudar muita coisa. Fiquei mais tranquilho.

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E depois da minha merecida refeição self made, e meia garrafa de vinho, me ligam da empresa, em pleno domingo. E pra falar que eu estava sem condições de dirigir? De qualquer forma, consegui me livrar por um tempo de ter de ir lá. Porque hoje durmi muitio mal. Meu irmão inventa de cozinhar às 4 da manhã, e fazer qualquer coisa no liquidificador. O que me deixou muito, mas muito puto, a ponte de eu ter que me segurar, socar a parede e contar até mil pra não ir lá arrebentar os dentes dele.. De novo, aliás, porque já fiz isso há alguns anos, quando éramos mais novos. Pro meu dia ser completo, me ligam de novo hoje, às 10 da madrugada, do trabalho. Não teve jeito, tive de ir lá dar uma olhada. Pleno feriado. E peguei chuva, muita chuva. Minha vida é ou não pura diversão?

Publicado por: Tak | janeiro 18, 2010

Soundtrack of My Life – Fairport Convention

Nossa, faz mais de um ano que eu não escrevo nada sobre este tema. Aliás, só escrevi uma postagem sobre isso, depois fui adiando, postergando, até que há alguns dias, ouvias estes discos do Fairport Convention – Fairport Convention (1968) e What We Did In Our Holidays (1969) – que me trouxeram tantas lembranças e nostalgia que resolvi escrever sobre isso.

E por que estes discos são tão especiais? Porque fizeram parte de uma época muito especial de minha vida. E estas músicas me remetem a quinze anos atrás. Em plena adolescência, com dezessete anos, era esta mesma época do ano, entre o final de um e começo de outro. Lembro que não comprei estes CDs, mas pedi na loja que me gravassem em fita cassete. Isso era possível numa época em que eu não tinha dinheiro pra nada, os discos importados eram relativamente caros por conta do dólar valorizado e em que nem sonhávamos que um dia seria possível baixar músicas pelo computador. Por uma pequena taxa, tipo um quarto do preço do CD, o vendedor me gravava em fita. Isso só era possível na Galeria do Rock, na 24 de maio, porque normalmente o vendedor era também o dono da loja e também ele conhecia todos os títulos que vendia. E com um único disco, ele podia fazer mais dinheiro que a venda do CD propriamente dito.

Eu somente tinha lido alguma coisa sobre o Fairport Convention em um Mega Guia de CDs da Bizz, que tinha algumas centenas de páginas e tentava listar e comentar os principais CDs á venda no mundo. As informações sobre rock na minha adolescência sempre foram difícieis de se conseguir. Só através de revistas velhas que comprava em sebo, ou conversando com os donos das lojas de discos, verdadeiros dinossauros não extintos. E estes discos, os dois primeiros, atiçaram minha curiosidade, pois a banda sempre foi apontada como o principal nome do folk-rock britânico. Sendo eu fã dos Byrds, qualquer coisa que tivesse referência folk me atraía.

E estes discos foram daquelas descobertas que te fazem ouvir o mesmo disco várias vezes seguidas. Foi como uma epifania. Eles eram perfeitos, vocais harmônicos masculino/feminino, ótimo guitarrista (Richard Thompson foi escolhido há alguns anos pela revista Mojo o melhor da Inglaterra), ótimas contoras (no primeiro disco a voz é de Judy Dyble, que eu soube depois que virara bibliotecária depois de deixar a música, e a partir do segundo, Sandy Denny, da qual virei fã não somente pela voz, mas pelas composições e que eu acho que morreu nos anos 70 depois que caiu de uma cadeira e bateu a cabeça). A partir destes discos eu descobri outros compositores como a própria Sandy Denny, Joni Mitchell, Tim Buckley.

Além disso, a época em que fiz esta descoberta foi uma das mais importantes de minha vida, por assim dizer. Estava prestando o vestibular. Ou seja, terminava o terceiro colegial e não sabia o que o futuro me reservava. Época totalmente incerta, a insegurança de não saber o que iria fazer nos próximos meses se não passasse em nenhum vestibular, se teria de fazer cursinho ou iria pro mercado de trabalho. Mas de certa forma a música me ajudou a não pensar muito nestas coisas, e me lembro que nem estudar eu me preocupei, pois já tinha tido todo o ano pra isso. Então nestes dias de verão em que sempre chovia torrencialmente pela tarde, eu me lembro que minha preocupação era apenas acordar descansado, fazer as provas do vestibular e curtir depois as músicas. Lembro também que pra todo o lugar eu carregava na minha mochila um Walkman e dezenas de fitas cassetes, que ouvia a caminho das provas. E essa falta de preocupação creio que me ajudou a passar nos três vestibulares que disputei. (Inclusive na minha primeira opção da Fuvest, que eu preenchi apenas pra cumprir tabela, já que imaginava que nunca iria passar e que a terceira opção já estaria ótima se passasse). Way back to 1995!!

Seguem abaixo algumas coisas boas destes discos que eu achei no Youtube.

Raríssimo vídeo de 1967 – Primeira música do primeiro disco

As 3 primeiras músicas. Inclui um cover muito bom da Joni Mitchell – I Don´t Know Where I Stand.

Chelsea Morning – Cover da Joni Mitchell, eu acho mais legal que o original.

Meet on the ledge – Uma das múscas mais conhecidas da banda, que é do segundo disco.

Esta última é uma curiosidade. Não está em nenhum disco oficial, mas é da banda fazendo uma cover do Tim Buckley, em 1968!

PS: Se alguém procurar por meu nome completo no Google ou em qualquer instrumento de busca, vai achar algumas tablaturas de minha autoria. Entre elas uma canção do primeiro disco do Fairport Convention. É que nos primórdios da Internet, por volta de 1996, eu acessava uma newsgroup em Usenet chamada OLGA (On Line Guitar Archives), em que os usuários colaboravam postando cifras e tablaturas para violão. Eu acho que o OLGA foi extinto, mas na era da www alguns sites se apossaram da base de dados dela. Ainda bem que nenhum dos emails que eu postava ainda é válido.

Publicado por: Tak | janeiro 11, 2010

The Small Faces – Hey Girl (1966)

Meio parado isto aqui, meio parada minha vida. Vou colocar uma musiquinha pra animar um pouco…

Publicado por: Tak | janeiro 6, 2010

Happiness Runs Happiness Runs (*)

Neste última semana estive acompanhando de perto, com certo entusiasmo, as peripécias de um amigo analista aqui no trabalho, o qual sou responsável. Ele está indo neste momento pedir a namorada em casamento. Saiu daqui há pouco ansioso, tremendo-se todo, mas decidido.

Eu acompanhei todo o processo. Na última segunda feira, ele mesmo telefonou para um ourives amigo de sua família, para vir aqui na empresa para que pudesse fazer as encomendas das alianças. Ainda no mesmo dia, ele ligou para o restaurante para as reservas. Será uma surpresa que sua namorada, que aniversaria hoje, não deve estar esperando. (aliás, estratégia de gênio, coincidir a data do noivado com a data do aniversário da patroa. UIma data a menos para lembrar). Por isso seu nervosismo, pois ele acha que há chance de que ela decline. Mas se essa chance sempre existe, duvido que aconteça, pois eles já namoram há três anos.

E como sou mais velho, ele me pediu alguns conselhos, que infelizmente não pude dar. Afinal, ainda não cheguei a fazer este pedido pra ninguém. Não que eu não deseje isso, eu quero um dia estar no lugar dele. Quem sabe… Eu já cheguei a planejar isso também, mas nunca cheguei no plano da execução. Pois é, quem sabe um dia…

Mas espero que ele chegue amanhã feliz e sorridente, com a aliança no dedo direito. Mandei para ele alguns videos para inspirá-lo:

O cachorrinho ficou feliz no final.

Eeeeeee!!! A torcida vibra!!

Tem que ter coragem… Dupla…

Achei que ela ia fugir.

Esta tem que ensaiar antes.

Ainda bem que não mostrei essas aqui… Eu fiquei triste também. :/

 

(*) Donovan – 1969

Publicado por: Tak | janeiro 5, 2010

It Was a Very good years, when i was seventeen

Ano que passou foi um ano, sei lá, meio bipolar, mas com certeza foi um ano melhor que o anterior. Foi um ano que pude aprender coisas novas, viajar, viver um grande amor em todos os ciclos, com início, meio e final. Foi um ano que resolvi pendências, mas deixei outras (a maldita dissertação), profissionalmente pude fazer tudo o que planejei, de conseguir um emprego melhor remunerado e melhor para meu currículo, mas que não me trouxe realizações ou satisfação, mas pelo menos traz alguma estabilidade para eu pensar nos meus planos de dominação mundial para ainda este ano.

Meu ano pode ser resumido como uma curva cosenóide, começando em alta, terminando no ponto mais baixo (já disse que eu acho que fui um matemático soviético em outra vida?). Mas a coisa boa é que a tendência agora é que a curva cresça até o ponto mais alto.

Bom, desculpe a postagem hermética. Acho que posso resumir meu ano em música. Segue a playslist 2009!!! (Ah, descobri um widget que dá pra publicar no wordpress, vou fazer listinhas agopra sempre!!).

Update: Fail total.  O wordpress free não deixa embedar flash além de videos do Youtúbio! Mas pra quem se interessou, taí o link pra Play List.. Enjoy! =)

http://mindlesslogs.tumblr.com/post/318596684/play-list-2009

Publicado por: Tak | janeiro 1, 2010

Something better

E assim começou o ano…:)

Publicado por: Tak | dezembro 29, 2009

I’ll pay you back with interest (*)

 

E eu passei por este martírio por quase dois anos. Quando estava no Rio e montei minha própria empresa, nem tinha idéia do que eu ia encontrar. Só sei que ela só me fez muito mal, com o convívio junto a pessoas que eu passei a detestar amargamente. E para sair da sociedade, dado meu estado completo de desespero, eu resolvi não acionar a justiça pra receber minha parte e concordei em devolver aos investidores o que tinha recebido até então. E o que recebi foram o equivalente a oito meses de trabalho. E nada do meu esforço foi levado em consideração, nem pelos meus sócios nem pelo investidores. Isso doeu e me magoou muito, mas eu concordei com a condição de nunca mais ver estas pessoas na vida. E foi um bom dinheiro que eu perdi. Todo o meu patrimônio que tinha guardado ruiu. Também, imagine ter que pagar o equivalente a um Mac Book Pro todos os meses por quase dois anos. Poderia ter feito muitas coisas com esta grana. Já teria comprado um apartamento pelo menos, ou investido. Mas eu não sucumbi a estes revéses, eles não me atrapalharam nos planos. Consegui mesmo assim me autofinanciar uma temporada na França, não deixei de viajar para onde quis.

Mas este foi o último pagamento. Agora vou poder voltar a juntar algum dinheirinho. Essa situação me serviu de lição. Consegui valorizar melhor as amizades reais, e que eu posso correr atrás de qualquer coisa, que tudo só depende de mim. E me ensinou a ter desprezo, sentimento que eu nunca cultivei na vida. Pois é, isso tudo deixa feridas, com cicatrizes permanentes. Isso tudo não me impediu de correr atrás, de conseguir empregos que me rendiam mais do que ganhava na minha empresa, e me proporcionou ter um olhar de fora para as pessoas de quem eu confiava. E a visão não foi das mais bonitas.

Agora novas perspectivas se abrem. Eu sei que agora o dinheiro não é tudo, e posso começar a vislumbrar trabalhar num lugar que eu goste, fazendo coisas que eu goste com pessoas que eu goste. Só me resta descobrir onde e o que.

(*) The Hollies – 1967

Publicado por: Tak | dezembro 28, 2009

I am he as you are me as you are he (*)

Estive este fim de semana no Rio de Janeiro, para rever alguns amigos, porque eu sinto que de certa forma eu estive em débito com eles este ano. Se bem que eu já estou cada dia mais acostumado com o jeito carioca de se preservar uma amizade. O povo do Rio pode ser um povo amistoso, aparentemente acolhedor, alegre e feliz, mas sinceramente já acho que não sejam os amigos mais sinceros do mundo. Digo isto porque sempre marcamos alguma coisa para revermos, e sempre eles dão bolo, não importa a época do ano. O compromisso não é das melhores virtudes dos meus amigos cariocas. É como se diz naquela velha piada. O carioca sempre vai te convidar pra ir na sua casa, mas nunca vai te dar o endereço. E quantos apareceram neste encontro? Além da organizadora, o pessoal que não é do Rio. Eu já não acho isso mais estranho, de se combinar as coisas, eu viajar 500 Km e o pessoal dar cano. Já me dei conta que isto faz parte do carioca way of life.

Mas isso nem me aborreceu muito, afinal, encontrei amigos que há muito não via, e que estavam curiosos da minha vida em SP, minha viagem no meio do ano, de quando vamos realmente nos tornarmos mestres, o que está difícil pra todos. Estou incomodado com uma coisa. Estava indo tomar um taxi, fiz sinal para o motorista que vinha de longe, e na frente dele, vinha um carro mais vagaroso, parecendo estar perdido, procurando um endereço. O taxista estava em estado de fúria, buzinando e gritando com o carro da frente. Nisso, meio assustadom eu atravessei a rua e parti pra outro lugar pra pegar outra viatura. Nisso, pensei. “Deus me livre de pegar um taxi com um cara tão descontrolado. Tá até parecendo…….. eu….”

E nisso venho pensando desde então. Desde a tenra infância, não sei se influenciado pelo meio, sempre fui muito estourado e agressivo. Disso eu sempre tive consciência. Com o suposto amadurecimento e vivência em sociedade, eu fui me tornando menos sociopata. Mas este episódio me deixou incomodado. De como eu não tenho paciência, de como eu estouro do nada, de uma forma que de certa forma me foge ao controle, de como eu posso ter magoado pessoas sem perceber, do quanto eu posso ser insuportável e achar tudo normal. Acredite, isso tudo me deu uma raiva de mim mesmo. E ainda tem gente que acha que sou zen. Puro preconceito por causa de minhas origens nipônicas.

(*) Beatles – I´m The Walrus

Publicado por: Tak | dezembro 25, 2009

Rejoice Rejoice

 

Todos os anos, depois que fiquei adolescente, comecei a receber de minha madrinha no natal alguma quantia em dinheiro, pois como eu náo era mais criança, poderia comprar qualquer coisa que me agradasse. Pois fui recebendo dinheiro até uma certa idade, mais precisamente, até há alguns anos quando já trabalhava, e poderia teoricamente me comprar qualquer coisa. Num ano, eu dividi o dinheiro entre minha mãe e minha irmã caçula. mas a partir do outro, eu pedi pra minha tia me compra qualquer coisa que fosse, que eu ficaria muito feliz, pois o dinheiro ficava um pouco impessoal. A partir de então comecei a receber os presentes mais improváveis. Uma no, foi um carrinho miniatura de um Audi A3 e uma lanterna. No outro, ela manteve a tradição de carrinho, mas agora era um calhambeque feito em madeira, coisa fina, que aliás eu curti muito. No ano seguinte, pedi algo pra escritório e ganhei um carrinho miniatura de golfe, que era um porta canetas, sendo que elas tinha formato de taco.

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O último presente de natal

Depois deste natal, minha tia veio a falecer. E eu fiquei praticamente órfão no natal, sendo que não recebi nenhum presente (minto, recebi sim um único presente de uma pessoa especial que tentou manter a onda de presentes nonsense).

Agora no natal deste já não esperava presente algum. Mas minha outra tia resolveu fazer algumas compras aleatórias, provavelmente na 25 de março, e a minha tradição de presentes WTF continuou. Ganhei este ano uma…..

… lente de aumento com lâmpada embutida!

Poderei finalmente acabar com os formigueiros da maneira que sempre sonhei… queimando com a luz do sol!!

Sim, até que não foi um dia ruim. Passei a tarde com minha família (raras vezes do ano isso acontece, salvo enterros, casamentos ou alguma eventual comemoração) e à noite, jantei com meus amigos. Na verdade queríamos ver Avatar em 3D, mas TODAS as sessões da cidade estavam lotadas! Inclusive as sessões do fim de semana.

Bom, desejo a todos os 3 leitores que aqui aparecem de vez em quando um ótimo ´finalzinho de natal também!

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