Bom, não tenho tido nem tempo nem vontade de postar ultimamente. Talvez sejam aquelas crises maniacodepressivas que me soi acometer. Mas andei triste e com razão. Minha tia, e madrinha, aquela que sempre me dava os presentes de natal mais sem noção e que me deixava na expectativa do que ganharia no outro ano se foi. De forma muito rápida. Teve um câncer diagnosticado e uma operação de extirpação no útero há um mês. Parecia resolvido, mas há duas semanas teve de iniciar sessões de quimioterapia, o que a fragilizou muito. Ainda voltei na sexta feira para uma entrevista em Sampa, fui com minha mãe visitá-la no hospital, mas não pude vê-la, por restrições de visitas na UTI. Voltei pro Rio, e no sábado minha mãe ligou-me. Minha tia tinha ido, e que não me preocupasse em voltar, pois o enterro seria à tarde e não daria tempo. Não pude nem me despedir pela última vez. Este natal será triste. Não ganharei presente.
(*) Grateful Dead, que ironia… 1969

Sinto muito. Não há muito o que dizer nessas horas. Ainda mais quando uma doença grave leva a pessoa que a gente gosta tão rápido. Um abraço pra você e pros teus.
Por: Camille em Julho 13, 2008
às 14:45
Tak, Que triste. Espero que você fique bem. Um beijo e cuide-se! Não há mesmo o que dizer.
Por: Marion em Julho 13, 2008
às 19:21
Camille, Marion, acho que pelo menos tudo foi como deveria ter sido, rápido e sem muito sofrimento. Apenas senti muito por não conseguido visitá-la a tempo. Mas acho que já estamos bem. Obrigado pelas manifestações. Beijos!
Por: Tak em Julho 14, 2008
às 12:52