I’m dreaming … of the day I can control myself (*)
21 jul 2010 Deixe um comentário
em Last Night I Had The Strangest Dream
Acordei hoje de sobresalto. Extremamente angustiado, mas aliviado no final das contas. E foi aquele sonho recorrente, mas com alguns contornos um pouco diferente.
No meu tempo de faculdade e colégio, meus sonhos recorrentes eram que eu estava atrasado para uma aula, ou para uma prova. Sempre correndo contra ou tempo, ou porque acordava atrasado, ou porque achava que era domingo mas era dia de semana. Por incrível que pareça, estes sonhos cessaram na faculdade. Eu acho porque nesta época eu não tinha os mesmos temores da época de colégio e dos primeiros anos de terceiro grau, já que eu podia chegar atrasado que os professores nem ligavam, e muitas vezes eu nem ia mesmo pra aula.
Depois que me formei, já a alguns anos, sonho sempre com esta outra temática: que eu tenho que cursar anda uma ou algumas matérias para me formar, apesar de eu sempre ter consciência de que eu já tenho o diploma em casa, mas que tenho que fazer estas matérias caso contrário, irão cassá-lo. Algumas vezes sonho que eu preciso fazer uma prova de biologia, e como não estudei, terei de deixar para a substitutiva. Outras vezes sonho que perdi a sub de matemática e que terei de fazer no próximo ano novamente, e que eu nunca vou me formar, e me questiono se é melhor desistir com este sofrimento.
Semana passada para poder estudar melhor num ambiente mais propício para concentração e dedicação à minha dissertação, fui para a biblioteca de minha antiga faculdade. Tentei usar a rede wireless de lá, mas descobri que meu registro da universidade já nem existe mais. Pois esta noite sonhei a mesma coisa, que eu havia acordado muito tarde para a prova de Controle I (finalmente uma matéria que eu realmente tive), e não havia estudado nada, e teria que fazer a sub, tendo já perdido a primeira prova. Ou seja, na sub, teria que tirar dez pra passar ou seis pra ir pra rec. Me bateu um enorme desespero. E além desta, tinha ainda que fazer outra três matérias, e ficaria mais um semestre ou dois na faculdade. E como cenário, não estava na minha faculdade realmente, mas no meu antigo colégio. Mas descendo as escadarias, me lembrei que eu já tinha diploma em casa, e que o sistema já havia me formado, pois já havia eliminado meu registro. E mesmo se eu fizesse a prova, ela nem seria levada em consideração, pois oficialmente eu não era mais aluno. Depois disso acordei com certo alívio, mas bateu uma pequena amnésia, pois eu não me lembrava de ter passado de Controle I. Só me lembrei lá pela hora da janta, que eu passei realmente da matéria, mas cursando com a turma da mecânica.
Contudo o que mais me intrigou não foi este sonho. Mas porque eu nunca sonho que estou atrasado pra entregar minha dissertação de mestrado. Seria isso um mau sinal?
(*) The Who – Dreaming from the waist
Race for the morning (*)
29 jun 2010 Deixe um comentário
em Last Night I Had The Strangest Dream
Dizem que quando lembramos de nossos sonhos, é que não dormimos direito ou nosso sono foi interrompido antes do tempo. Pois nas últimas semanas, tenho dormido muito mal, e tenho me dado conta de como eu tenho tido sonhos estranhos. Hoje sonhei com Dio. Ele nos deixou mês passado, de câncer, eu nunca fui uim fã muito ardoroso dele, tenhos os discos do Black Sabbath com ele, que tenho mais pra fazer número, uma vez que eu acho que eles ficaram muito mais fracos sem o Ozzy. Mas por algum motivo, ele veio me visitar em meu sono. Ele ainda estava vivo e eu sabia que ele já havia morrido, mas no meu sonho era possível viver num tempo anterior, então por um acaso eu estava num tempo em que ele ainda cantava. E ele falava português, e me conhecia. Naquele sonhom o ponto alto do meu dia era ir no show do Dio, sendo convidado pelo próprio e sua filha (aliás, nem sei se ele tinha filha, mas no meu sonho ela era minha amiga). Não me lembro se eu vi o show. A próxima cena é eu recebendo uma encomenda pelos correios. Um saco de sementes. Que tinham formato de alpiste, e que eu plantava no canteirinho que meu pai tinha em casa para plantar cebolinha, e onde eu há alguns anos cultivei girassóis só por curtição, recolhendo a ração que meu papagaio deixava cair e plantando. Mas não me recordo do que eram. Pelo menos eu lembro de ter pensado: “Ainda bem que não vieram de Amsterdã, senão terei problemas…”
Outro dia sonhei com Eric Burdon. Meus sonhos são muito rock´n´roll….
(*) Dio, o próprio
Go to the church of your choice
13 jan 2009 4 Comentários
em Last Night I Had The Strangest Dream
Estava eu na missa certo dia. Com meu irmão e minhas irmãs. Meu pais não estavam à vista, pelo menos naquele momento. Preparávamos para uma oração, e para cantar durante a missa. Me disseram que a oração seria em latim. Quem neste mundo hoje em dia fala latim. Porque pregar em latim nos dias de hoje? E como iríamos cantar em latim? Para minha surpresa, surge ao lado do altar uma tela anteparo e um projetor ligado a um notebook. E a oração em latim é projetada no telão para que os fiéis possam acompanhar a melodia. E ela começa. Me desespero pois não consigo acompanhar, então recorro à técnica do playback, dublando e fingindo que canto, tal qual um Bloc Party no show do VMB. Como isso poderia piorar? Meu celular começa a tocar desesperadamente alto. Tento achá-lo e não consigo. E segue tocando. Até que…. acordo e desligo o maldito alarme.
Last Night I Had The Strangest Dream (*)
08 dez 2008 6 Comentários
em Last Night I Had The Strangest Dream
Muito estranho meu sonho de ontem. Realmente. Fiquei meio chocado.
Sonhei que estava sentado num caixote, numa rua pouco movimentada, mas cheia de carros estacionados, como a Marquês de Abrantes, no Rio. E esperava por algo ou por alguém, não tinha isso definido ainda.
Sou abordado por um cara, meio mendigo, que me pede acho que 2 reais. E obviamente, como estou duro, digo que não tenho, porque no sonho lembro que não tinha mesmo. Ele me aponta uma arma claramente de brinquedo no coração e pede minha carteira. Sei que reajo e levo dois disparos. No sonho não senti muita dor, mas o que é estranho é presenciar a própria morte vista do lado de fora do corpo. Estranho eu sonhar ter levado dois tiros, pensar comigo… “Vou morrer!” e logo depois estar fora de meu corpo e me ver sangrando.
Não sei se deveria contar estas coisas por aqui, mas fiquei realmente impressionado. HUm, mais um potencial causo pra contar pra dotôra.
(*) SImon & Garfunkel – 1965
