Les sauvages dansent nus sur la plage
12 fev 2010 Deixe um comentário
em Paris s'veille, Soundtrack Of My Life
Musiquinha que gruda na cabecinha francófona…
Ah! A banda é americana, mas eles fingem serem franceses.
Les Sans Culottes – Les Sauvages

And The Kingdom of Heaven (*)
07 ago 2009 1 Comentário

Quando estive em Paris morei em uma parte da cidade repleta de imigrantes, senegaleses, malis, e principalmente, árabes do norte da África. Por isso, havia uma enorme quantidade de restaurantes e mercadinhos de comida étnicas. E uma das minhas comidas preferidas eram as de influência árabe do norte da África ou da Turquia. Me apaixonei pelos Falafels vegetarianos ou com carne carneiro (Shawarma) de Le Marais, que descrobri numa madrugada na Fête de La Musique. Retornei de metrô alguns dias depois, só por causa da iguaria. Tentei comer alguns quando estive na Bélgica, mas como os de Le Marais não existe. Não pesquisei, mas acho que achar isso no Brasil é ainda mais difícil. Mas achei algumas receitas na Internet, e ainda vou tentar fazer algum dia. Outra iguaria que eu amava e sempre comia era o velho churrasquinho grego (ou sanduíche grego como eles chamam, que na verdade é turco e chama-se Kebab). Feito com carne de cordeiro assado nos mesmo moldes do espeto achado no centrão de São Paulo, mas com muito mais higiene e acompanhado com pão sírio caseiro, alface, tomate e cebola. Sinto tanta saudade disso que já fiz a resolução de ir no centro de São Paulo e pedir um, de carne de segunda mesmo, e com suco grátis a um real, só pra comparar. Afinal, o aroma sempre foi irresistível, mas a visão da higiene sempre foi mais forte. Juro que se sobreviver, conto a experiência. E se existe realmente um purgatório.
(*) 13th Floor Elevators
Each and every day (*)
05 jul 2009 Deixe um comentário
em Daily Planet, In My Life, Paris s'veille
Estes dias mesmo revi o filme Paris, Je t´aime, pelo Youtube mesmo. Assisti há uns dois anos, e naquela época já planejava minha viagem para França, acho que o filme acabou colaborando para a decisão, uma vez que me deixou mais encantado pela cidade. Revendo o filme, pude ver que os capítulos de cada autor é intitulado pelo nome de um bairro ou uma região da cidade. Estou achando delicioso rever em filme o cenário que vejo quase todos os dias aqui, mesmo sem ter conhecido todos os cantos da cidade ainda. Algumas particularidades que tinha reparado no filme, como a multipliciodade étinica e a presença estrangeira em alguns bairros, como a comunidade africana que existe aqui na região de Belleville e aparece muito bem numa história que se passa na Place de Fêtes, são muito fiéis ao que eu vejo diariamente. Ou mesmo a enorme comunidade árabe, principalmente do norte da África, e seus hábitos, como as meninas andarem com lenços na cabeça cobrindo os cabelos. Mas pelo Youtube eu pude rever uma história que ao mesmo tempo me emocionou e me fez me identificar com a personagem, que passa algumas semanas de férias solitárias tentando aprimorar seu francês básico. E a história se passa no 14eme. arrondissement. Inclusive uma das primeiras cenas é da saída da estação Pernety, do ponto de vista do bar que passei vendo shows na Fête de la musique, do cemitério de Pére Lechaise que fica na minha vizinhança, ou o terraço do Montaparnasse.
(*) Manfred Mann
Down by the river
22 jun 2009 1 Comentário
em A Day In The Life, Paris s'veille
Torre num dia nublado… Nem achei nada de mais…
Walk awhile with me (*)
14 jun 2009 Deixe um comentário
em A Day In The Life, In My Life, Paris s'veille
E minha dor no pé vai passando, à medida o quanto eu vejo o quanto é legal andar por esta cidade. Ontem, após uma sessão de flanerie pelas ruas da cidade após almoço daqueles de apavorar Bob Esponja e todos os habitantes da Fenda do Biquini pela quantidade de frutos do mar (tá, faltou a banana… Banana d’água.. Infame, mas sempre quis fazer esta piada), fui parar lá pelos lados do Quartier Latin, que é tipo a Maria Antônia daqui, onde se concentram as Universidades e onde ocorreu o estopim das manifestações de 68. Como é período de férias, não tinham lá muitos estudantes, mas, assim como cá, há uma enorme quantidade de bares e cafés pelas redondezas (claro, que mais glamorosos, e melhor frequentado que nosso querido Rei das Batidas que fica pertos dos pontos em que o Ronaldo se sentiria no paraíso,e cujos banheiros possuem frequencia ainda mais suspeitas).
À noite, consegui me comunicar com a ala anglófona da turma, e decidimos dar uma passada pela Oberkampf, perto da escola. Resumo: depois de três bares , sendo que um tocava samba e me fez sair correndo, e após algumas (poucas…. dúzias) de cerveja depois, enquando no último bar rolava uma briga de francesinhos afrescalhados (nada de garrafada na cabeça, nem mesmo socos. Só empurrõezinhos apartado pelo segurança, que nos confidenciou que na nossa escola estuda uma atriz pornô, mas acho que ele diz isso pra todos os estudantes) resolvo ir embora, e me lembro que depois das 2 não tem meio de transporte. A minha pãodurice me fez ignorar os táxis e flanar mais um pouco pelas ruas de Paris madrugada adentro. Incrível que mesmo neste horário, a sensação de segurança ainda é bem grande, mas também tendo-se em consideração que a pessoa de aparência mais suspeita seria eu mesmo, fiquei tranquilho.
Eis que ao passar por um ponto do Velib, tenho a brilhante idéia de voltar de bicicleta. Isso mesmo, de madrugada, tudo escuro e eu ainda meio bêbado. Mas Murphy é meu amigo, e a cidade é toda plana, com exceção de minha vizinhança que fica ao topo de uma colina. Não consegui chegar à metade do caminho. Minhas pernas não aguentaram, sem contar a precariedade de meu fôlego e a quantidade de cerveja ingerida querendo sair pra fora. Devolvi no próximo ponto que encontrei e voltei a pé. Claro, sem antes me perder. Mas como existe um mapa em cada esquina da cidade, consegui chegar em casa, salvo pelo menos.
(*) Fairport Convention – 1970
Dans ma Jeneusse
12 jun 2009 Deixe um comentário
em A Day In The Life, Paris s'veille
Acordei com uma insuportável dor no pé. É aquela velha dor que sempre achei que fosse psicosomática voltando. Sorte que consegui comprar anti-inflamatórios por aqui, usando o não muito famoso “jeitinho francês”. É que minha locatária me acompanhou até a farmácia (que aqui parecem mais perfurmarias, com aquela cruz verde em Neon), e comprou o remédio mesmo sem receita, só na base da amizade com a farmecêutica.
Nhé!! Dia dos namorados longe da minha é muito triste. Deveria estar estudando, mas acho que vou passear pela cidade. Já fui num museu de ciências, vi uma exposição de Andy Warhol, e agora que a dor está passando, vou andar pelos parques e dar migalhas aos pombos. Mais tarde vou sentar-me num café, numa mesinha na calçada, observando o movimento nas ruas. É, estou ficando velhinho.
We’re going Wrong (*)
09 jun 2009 3 Comentários
Nao faco a menor ideia de como os franceses conseguem escrever com este tipo de teclado AZERT… Onde ja se viu ter que apertar <Shift> para colocar um ponto final?? Nao acho os acentos e so consigo escrever emulando o teclado EN e sem olhar para as teclas!! Hum… Eu bem que poderia configurar um PT-BR, so de sacanagem, hein??
HAHA!!ÇÇÇÇÇÇ! Nhé Nhé Nhé!! Consegui! Agora o segredo é não olhar para o teclado… Absurdo! E pra colocar @ então (Interrogação! Droga! Essa tecla se perde!!)
Ah, um adendo… Mudei a tag das postagens parisienses por demanda popular.. Sabe como é, a gente tem que saber quem manda e obedecer…
(*) Cream

